Mapa Tour - Nirvana Studios

Bem vindos à Nirvana Studios,

Uma Comunidade genuína nascida de três pessoas que converteram a falta de meios económicos numa ideia tangível para aqueles que acreditaram no ideal. Esses visionários são todos os Nirvanianos de ontem e de hoje.

Este Mapa revela toda a história, abrangendo as origens do espaço, do movimento artístico e o percurso daqueles que o criaram.


Mapa Tour - Nirvana Studios


Mapa Tour - Nirvana Studios

Sabias Que: Um festival dura em média 3 dias mas os Nirvana Studios duram desde 2004, todos os dias! Se a cena Art & Rock’n’Roll é a tua forma de vida, porque não embarcar nesta enorme jangada tripulada por aventureiros? Se tens curiosidade sobre esta Comunidade, descobre mais sobre nós, seguindo estes marcadores numerados:

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Nº 01 - CUSTOM CAFÉ

Este espaço foi o paiol principal deste antigo quartel militar que em 2004 foi comprado em ruínas pela companhia de teatro Custom Circus sem quaisquer apoios estatais.

Ao restaurar este paiol a companhia visava transformá-lo no seu próprio teatro, no entanto, devido às constantes dificuldades económicas e muito trabalho itinerante a sua construção faseada prolongou-se por 8 anos.

Mas acreditar apaixonadamente com perseverança fez milagres! O Custom Café, o misterioso teatro que várias vezes esteve condenado a não existir, inaugurou finalmente em março de 2012 com o espectáculo Le Cabaret Rock, produção intensiva que recebeu mais de 40 mil espectadores em 2 anos consecutivos, assinando assim a residência desta troupe de génese nómada.

 A sua envolvência transcende o espaço teatral convencional e a transição do imaginário underground da companhia para esta sala foi o resultado de uma história real, intimista e tão cenográfica que as estéticas que os Custom Circus representaram em tantos anos de estrada invadem o visitante, desde o DieselPunk ao Bizarre Chic e ao SteamPunk.

 A companhia teve o cuidado de conservar e expor nos Nirvana Studios muitos dos artefactos de época encontrados durante as suas escavações de reconstrução e consolidação dos paióis, entre os quais bombas (desativadas) e inúmeros objectos arqueológicos industriais.

Música: Custom Café - Custom Circus

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Nº 03 - BAND BOXES

O conceito Band Box, este colectivo com 60 salas de ensaio e cerca de 200 Bandas residentes forma a mais activa comunidade de músicos em Portugal.

Esta ideia surgiu muito antes dos Nirvana Studios, algures em 1995 quando dois dos futuros fundadores dos Custom Circus negociavam velhas Harley-Davidsons nos USA. Numa enorme sucata perto de El Paso-Texas, viram bandas a ensaiar em contentores ferrugentos, não eram salas de ensaio mas sim clubhouses com cenário e história. Esta visão deixou-os fascinados e ficou sempre à espera da oportunidade.

Assim, quando os Nirvana Studios surgem em 2004, os Custom Circus começam também a conceber um protótipo num contentor, processo que durou 3 anos de abordagens com materiais reciclados. Até que num belo dia de 2007, a primeira banda a aderir ao projecto, os emblemáticos Easyway, recebem a Band Box nº01.

A partir daí, a marca foi registada e o conceito acendeu um rastilho na cena Rock Nacional com dezenas de bandas a pedir “asilo político” no Boulevard Nirvana.

Graças a todos estes artistas, produtores e técnicos, a cena Band Box consolidou-se tournée após tournée, celebrizando-se nos backstages de festivais, em jam sessions, gravações e nos horizontes que cada Nirvaniano percorreu.

Porque uma banda é sempre uma encruzilhada! Pode ser um projecto de vida, um compromisso ou um escape! Mas mesmo que acabe, nunca sairá da memória…

Música: Funky Funk Funk - Custom Circus
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Nº 04 - BAND BOXES

O conceito Band Box, este colectivo com 60 salas de ensaio e cerca de 200 Bandas residentes forma a mais activa comunidade de músicos em Portugal.

Esta ideia surgiu muito antes dos Nirvana Studios, algures em 1995 quando dois dos futuros fundadores dos Custom Circus negociavam velhas Harley-Davidsons nos USA. Numa enorme sucata perto de El Paso-Texas, viram bandas a ensaiar em contentores ferrugentos, não eram salas de ensaio mas sim clubhouses com cenário e história. Esta visão deixou-os fascinados e ficou sempre à espera da oportunidade.

Assim, quando os Nirvana Studios surgem em 2004, os Custom Circus começam também a conceber um protótipo num contentor, processo que durou 3 anos de abordagens com materiais reciclados. Até que num belo dia de 2007, a primeira banda a aderir ao projecto, os emblemáticos Easyway, recebem a Band Box nº01.

A partir daí, a marca foi registada e o conceito acendeu um rastilho na cena Rock Nacional com dezenas de bandas a pedir “asilo político” no Boulevard Nirvana.

Graças a todos estes artistas, produtores e técnicos, a cena Band Box consolidou-se tournée após tournée, celebrizando-se nos backstages de festivais, em jam sessions, gravações e nos horizontes que cada Nirvaniano percorreu.

Porque uma banda é sempre uma encruzilhada! Pode ser um projecto de vida, um compromisso ou um escape! Mas mesmo que acabe, nunca sairá da memória…

Música: Funky Funk Funk - Custom Circus
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Nº 11 - BAND BOXES

O conceito Band Box, este colectivo com 60 salas de ensaio e cerca de 200 Bandas residentes forma a mais activa comunidade demúsicos em Portugal.

Esta ideia surgiu muito antes dos Nirvana Studios, algures em 1995 quando dois dos futuros fundadores dos Custom Circus negociavam velhas Harley-Davidsons nos USA. Numa enorme sucata perto de El Paso-Texas, viram bandas a ensaiar em contentores ferrugentos, não eram salas de ensaio mas sim clubhouses com cenário e história. Esta visão deixou-os fascinados e ficou sempre à espera da oportunidade.

Assim, quando os Nirvana Studios surgem em 2004, os Custom Circus começam também a conceber um protótipo num contentor, processo que durou 3 anos de abordagens commateriais reciclados. Até que num belo dia de 2007, a primeira banda a aderir ao projecto, os emblemáticos Easyway, recebem a Band Box nº01.

A partir daí, a marca foi registada e o conceito acendeu um rastilho na cena Rock Nacional com dezenas de bandas a pedir “asilo político” no Boulevard Nirvana.

Graças a todos estes artistas, produtores e técnicos, a cena Band Box consolidou-se tournée após tournée, celebrizando-se nos backstages de festivais, em jam sessions, gravações e nos horizontes que cada Nirvaniano percorreu.

Porque uma banda é sempre uma encruzilhada! Pode ser um projecto de vida, um compromisso ou umescape! Mas mesmo que acabe, nunca sairá da memória…

Música: Funky Funk Funk - Custom Circus
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Nº 14 - ART GALLERY

S.T.R.A.N.G.E.

(Sinergias Transdisciplinares Reactivas, Artes Nuas & Galeria Experimental)

Este Paiol de artilharia pesada foi o 1º espaço de espectáculos indoor dos Custom Circus nos Nirvana Studios. Entre 2004 e 2008 aqui reinou o caos dos shows Pós-Apocalípticos & Diesel Punk que a troupe produziu.

Muitos destes espectáculos ocorriam simultaneamente no Boulevard e dentro deste Paiol, obrigando o público a mover-se no meio dos veículos teatrais que circulavam nas cenas.

Mas este espaço servia para mais do que a actuação em si e muitas das instalações e cenografias da Troupe foram construídas aqui, assim como mecanismos, filmes, obras plásticas e eventos conceptuais.

A partir de 2008 a migração Nirvaniana de artistas com estruturas complexas aumentou e em 2009 o espaço foi convertido como projecto Big Box que recebeu centenas de ensaios pré-tournée, vídeos, concertos e lançamentos.

Foi deste fenómeno “estranho” de ocupação constante que surgiu a ideia do nome STRANGE. Ninguém sabe ao certo o que este espaço é! Uma sala de ensaios? Sim! Um estúdio multiusos? Correcto! Um set de performances? Também! Uma sala de espectáculos? Nem mais! Uma galeria? Bingo!

Actualmente também se anexou aqui a Curadoria da colecção Nirvana Studios; a plataforma de exposição permanente chamada Nirvana-Tour (ver marcador nº 00).

Como tal, Artistas e Produtores reactivos, concentrem as vossas sinergias e libertem-nas também na STRANGE.

Música: Rise of a Dead Flower - Custom Circus
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Nº 15 - ART GALLERY

S.T.R.A.N.G.E.

(Sinergias Transdisciplinares Reactivas, Artes Nuas & Galeria Experimental)

Este Paiol de artilharia pesada foi o 1º espaço de espectáculos indoor dos Custom Circus nos Nirvana Studios. Entre 2004 e 2008 aqui reinou o caos dos shows Pós-Apocalípticos & Diesel Punk que a troupe produziu.

Muitos destes espectáculos ocorriam simultaneamente no Boulevard e dentro deste Paiol, obrigando o público a mover-se no meio dos veículos teatrais que circulavam nas cenas.

Mas este espaço servia para mais do que a actuação em si e muitas das instalações e cenografias da Troupe foram construídas aqui, assim como mecanismos, filmes, obras plásticas e eventos conceptuais.

A partir de 2008 a migração Nirvaniana de artistas com estruturas complexas aumentou e em 2009 o espaço foi convertido como projecto Big Box que recebeu centenas de ensaios pré-tournée, vídeos, concertos e lançamentos.

Foi deste fenómeno “estranho” de ocupação constante que surgiu a ideia do nome STRANGE. Ninguém sabe ao certo o que este espaço é! Uma sala de ensaios? Sim! Um estúdio multiusos? Correcto! Um set de performances? Também! Uma sala de espectáculos? Nem mais! Uma galeria? Bingo!

Actualmente também se anexou aqui a Curadoria da colecção Nirvana Studios; a plataforma de exposição permanente chamada Nirvana-Tour (ver marcador nº 00).

Como tal, Artistas e Produtores reactivos, concentrem as vossas sinergias e libertem-nas também na STRANGE.

Música: Rise of a Dead Flower - Custom Circus
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Nº 18 - STEAMPUNK ATELIERS

Os Custom Circus dedicaram este antigo Paiol aos Artesãos da Nirvana Studios pois é importante apoiar estas Pessoas agora que a Revolução Digital controla a Sociedade com upgrades “automáticos” que de mansinho fazem a lei.

Dantes os fabricantes orgulhavam-se que os seus produtos duravam indefinidamente, hoje é o inverso, em nome da high-tech e das modas sensíveis, nada dura mas dão-nos a volta com marketing ecobláblá. Na prática, as marcas enriquecem como nunca, pois agora pagamos cada vez mais por coisas que duram cada vez menos! É isso que queremos?

Ninguém tem o direito de esgotar comercialmente os recursos do Planeta! Por uma questão de respeito global os produtos deveriam durar o máximo possível e não serem programados à obsolescência pela indústria. Um SteamPunk ou outro Activista não pode aceitar isso.

Quando os veículos eram movidos a tracção animal a palha só era vendida por grandes marcas monopolizadoras? Há soluções energéticas ecológicas como o motor a hidrogénio, o motor magnético ou o metanol vegetal que têm o poder de democratizar os combustíveis.

Biodiesel e GPL acalmam os ambientalistas, continuando tudo nas mãos dos mesmos! O motor eléctrico, apresentado como inovador todas as décadas já tem mais de um século, assim como a sua dependência dos combustíveis fosseis!

Se os automóveis consomem menos, deve-se pouco à informática e muito à substituição do metal 100% reciclável (mas mais caro) por plásticos. Tudo está mais efémero mas vende-se com créditos que duram para além dos produtos!

Vale a pena apoiar os Movimentos e Subculturas que se arriscam a ser diferentes em nome destas Verdades.

Oldschool Never Dies!

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Nº 31 - RAUS HUMAN

Andar de bicicleta nunca se esquece e a Nirvana Studios nunca esquecerá o seu Público, Residentes e Suporters.

Música: Raus Human - Custom Circus
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Nº 32 - DINER

Eléctrico J.C.Brill 1903 (USA - Pennsylvania) Modelo “Saloon”

Motor Tesla/GE – Travões Westinghouse. Versão Turística c/10 janelas. Carroçaria Kuhlman (Ohio) & Carris (PT)

Nº 332 – Carreira Carris 15B & 15C (Algés – Dafundo – Cruz Quebrada)

17 Toneladas de História – 90 Anos de Serviço (1906-1996)

Em 1872 nasce a Cª Carris de Ferro com Tramways puxados por cavalos com linhas desde o Cais do Sodré ao Dafundo. Estes pobres animais e os intrépidos passageiros foram os pioneiros da democratização das praias Lusitanas com o Veraneio: hábito terapêutico de “ir a banhos”.

1889, em Paris apertavam-se os últimos parafusos da Torre Eiffel e em Lisboa a Cª Ferroviária CP marcava uma nova era com o comboio a vapor de “Alta Velocidade” entre Pedrouços e Cascais, aterrorizando os pescadores mas deslumbrando os contemporâneos mais futuristas.

Em 1900 a Carris construía A Geradora, central eléctrica a carvão que iria fornecer a energia da futura rede aérea “os cabos do Diabo” e em 1901 inaugura-se a 1ª linha de eléctricos, dando assim origem à nobre linhagem de “penduras” Lisboetas.

Enquanto em 1905 os Tramways “cavalares” eram retirados, este nosso eléctrico Nº332 atravessava destemidamente o Atlântico Norte num cargueiro a vapor da White Star Line, a companhia que iria perder o Titanic em 1912…

A épica conquista das praias “inter-classistas” da Linha já tinha terminado quando em 1940 a estrada Marginal é inaugurada e o motor a combustão começa a impor-se sobre o motor eléctrico.

O próximo desafio ainda seria a conquista das ondas empreendida pelos primeiros Surfistas dos 70’s e 80’s considerados Freaks na altura...

Em 1959 com a finalização do Metropolitano os eléctricos começam a tornar-se mais raros mas o heroico Nº 332 trabalhou 90 anos, testemunhando a Monarquia e a sua queda, a Républica, o Estado Novo, o 25 de Abril, a CEE e a UE, fazendo a sua última viagem em 1996.

Em 2013 este veterano da revolução industrial já se encontrava em avançado estado de degradação e com vista a preservar este património museológico de forma mais interactiva, a Câmara Municipal de Oeiras aprovou a proposta da Cª de Teatro Custom Circus para salvar este eléctrico secular.

Sendo que todo o processo foi financiado e efectuado pelos membros da troupe: Transportes especiais, restauro e construção deste apeadeiro existencialista para que mais gerações possam fazer parte da longa e espectacular história do Nº 332.

Música: Tuga Blues - Custom Circus
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Nº 33 - ROCK SHOP

Eléctrico J.C.Brill 1903 (USA - Pennsylvania) Modelo “Saloon”

Motor Tesla/GE – Travões Westinghouse Versão Turística c/10 janelas. Carroçaria Kuhlman (Ohio) & Carris (PT)

Nº 333 – Carreira Carris 15B & 15C (Algés – Dafundo – Cruz Quebrada)

Em 1872 começou a épica conquista das praias “inter-classistas”, graças à fundação da Cª Carris de Ferro com Tramways puxados por cavalos desde o Cais do Sodré até Dafundo. Estes pobres animais e os intrépidos passageiros foram os pioneiros da democratização das praias Lusitanas com o Veraneio: hábito terapêutico de “ir a banhos”.

1889, em Paris apertavam-se os últimos parafusos da Torre Eiffel e em Lisboa, a Cª Ferroviária CP iniciava a era do comboio a vapor de “Alta Velocidade” Pedrouços-Cascais, aterrorizando os pescadores mas deslumbrando os contemporâneos mais futuristas.

Em 1900, a Carris construía A Geradora, central eléctrica a carvão que iria fornecer a energia da futura rede aérea “os cabos do Diabo” e em 1901 inaugura-se a 1ª linha Portuguesa de eléctricos, dando origem à nobre linhagem de “penduras” Lisboetas.

Enquanto em 1905 os Tramways “cavalares” eram retirados, esta nossa carruagem atravessava destemidamente o Atlântico norte num cargueiro a vapor da White Star Line, a companhia que iria perder o Titanic em 1912…

Quando a estrada Marginal foi inaugurada em 1940, o motor a combustão já dominava o sector dos transportes e em 1959 o Metropolitano também entrou em cena.

Mas o heroico Nº 333 trabalhou 90 anos, testemunhando a Monarquia, a República, a 1ª Grande Guerra, o Estado Novo, a 2ª Guerra Mundial, a Descolonização Portuguesa, o 25 de Abril, a CEE e a UE, fazendo a sua última viagem em 1996.

Em 2013 este veterano da revolução industrial encontrava-se em adiantado estado de degradação e com vista à sua preservação, a Câmara Municipal de Oeiras aprovou a proposta da Cª de Teatro Custom Circus para salvar este veículo, sendo que todo o processo foi financiado e efectuado pelos membros da troupe: transportes especiais, restauro e construção desta estação surrealista para que mais gerações possam fazer parte da espectacular história do Nº 333 e do seu companheiro, forjado pelas mesmas mãos há mais de um Século, o Nº 332 aqui ao lado no Diner.

Música: Gigolo Dance - by Custom Circus
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Nº 39 - TÁXI INTERNACIONAL

- Velha Guitarra à Deriva num Poste Telegráfico -

“Nem Todos os Caminhos Levam a Roma"

Custom Circus 2009

Música: Playboys of Chance - Custom Circus
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Nº 40 - CUSTOM VILLE

A utopia é como a Arte, está nos olhos de quem a vê! O Custom Ville é utópico dirão alguns e é verdade pois foi pensado nesse sentido.

Porque não construir residências conceptuais como se fosse a temporada de um espectáculo, em que tudo não passa de cenários e ilusão? Afinal, quando aqui chegámos este espaço já tinha sido um Quartel fantasma e talvez um dia volte a sê-lo…

O impossível atrai e é nobre porque a probabilidade de sucesso é ínfima. Nesta troupe de doidos que é o Custom Circus, somos feitos dessa matéria absurda, cega aos bons conselhos e desafiadora do óbvio, mas somos fiéis a nós próprios.

Aqui inspirámo-nos no interior dos nossos camiões e roulotes e por isso estes bungalows, construídos com antigos contentores militares numa arquitectura Upcycling & Road Culture são dedicados para quem vive além do banal conforto cotidiano, gente que não ganha raízes na monotonia e que nos enriquece com as suas experiências. Este projecto foi concebido a pensar neles:

Artistas, Técnicos do Espectáculo, Estudantes Idealistas, Activistas, Artesãos, Viajantes Boémios, Bikers & Motards, Aventureiros, Caçadores de Tesouros, Pesquisadores de Tudo e de Nada, Amantes da Natureza, Desportistas de Acção, Freaks, Guerreiros da Paz, Caçadores de Dragões, Filósofos, Marinheiros Naufragados e tantos outros que são sempre aqui bem vindos.

Este é o vosso porto de passagem! Vocês sabem que o Custom Ville é pequeno e simples por dentro mas grande no vosso imaginário; mas acima de tudo vocês sabem que fizeram parte desta aventura chamada Nirvana Studios.

Música: Cabaret Going Crazy - Custom Circus
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Nº 42 - DUMPER

DUMPER PERKINS (UK) 1970 - Motor Diesel 2 cilindros, arranque manual à manivela com elevada possibilidade de pulsos deslocados.

Foram apenas dois humildes veículos (este Dumper e uma Retroescavadora) que prepararam toda a zona que conhecemos hoje como boulevard Nirvana e que quando não trabalhavam nessa missão também participavam nos espectáculos da Cª Custom Circus.

A muralha de terra (talude) que circunda este antigo quartel é de origem artificial, tendo sido colocada especificamente pelo Exército Português para servir de barreira estratégica.

Passados 60 anos da construção, enormes quantidades dessa terra excedente da muralha continuavam espalhadas em vários níveis da propriedade, o que dificultava a circulação dos camiões e roulotes da Troupe.

Assim, durante 4 longos anos, de 2004 a 2008, os próprios Custom Circus com os seus meios recolocaram a terra, abriram novas canalizações, esgotos, ramais técnicos, pluviais e pendentes, terraplanaram e alcatroaram o Boulevard, permitindo que novos projectos fossem posteriormente realizados como o Art Express, o Custom Café e a Ecopista Nirvaniana, entre outros.

Infelizmente os tempos eram difíceis e o dinheiro pouco, a velha Retroescavadora foi vendida ao quilo após entregar a alma ao criador mas este pequeno Dumper aqui ficou como recordação dessa epopeia digna do Faroeste, quando a lama e o caos ditavam a lei.

Música: Leave Nothing - Custom Circus
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Nº 44 - ECOPISTA CICLOVIA

Mais do que um desporto, a prática do ciclismo é um acto de cidadania positiva e um exemplo de dinamismo saudável com repercussões favoráveis em todos os enquadramentos ecológicos.

Progresso é equivalente a melhor qualidade de vida e ao contrário do que se possa pensar, ambos significam mais passeios e mais vias cicláveis.

As “subidas” já não são tão terríveis como eram pois as bicicletas eléctricas vieram para ficar, assim como os condutores de automóveis mais “evoluídos” que encaram os ciclistas de igual para igual, tal como os camionistas do alto das suas toneladas sempre respeitaram os carritos que lhes passam debaixo do nariz.

Pedalar ao ar livre combate eficazmente o amolecimento quotidiano, sendo muitíssimo melhor do que fechar-se num ginásio. A bicicleta purifica-nos, fortalece-nos, permite-nos contemplar de forma mais Zen o espaço que nos rodeia.

Se todos podermos ajudar um pouco no desenvolvimento da nossa rede local de ecopistas, ciclovias e passeios, então imaginem como isso iria reflectir-se na qualidade de vida geral.

Se os proprietários de espaços e terrenos (empresas, privados, associações, instituições, etc) pudessem ceder alguma fracção para aumentar e agilizar os percursos, imaginem a amplitude global que este projecto poderia alcançar.

Que melhor exemplo de bom senso social e ecológico podemos tão facilmente dar às gerações presentes e vindouras?

Os Nirvana Studios são parceiros nesta grande aventura, para além do seu troço interior de ecopista, também cederam a sua faixa externa em toda a extensão da propriedade para um futuro passeio mais largo na Estrada Militar e disponibilizam gratuitamente as suas infraestruturas para vários eventos desportivos e vão continuar a criar ainda mais zonas de apoio para os ciclistas e visitantes.

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Nº 47 - BIZARRE CHIC

- Instalação Colectiva -

Centros de Mesa do Espectáculo "Bizarre Chic" Sobre Chassis de 1948

Custom Circus 2014

Música: Bizarre Chic - Custom Circus
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Nº 53 - EMPTY BAG

Assemblage Auto-portrait de um Pseudo Dom Pixote

“Da Vida Tudo o que Levamos é um Saco Vazio”

Custom Circus 2008

Música: Empty Bag - Custom Circus
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Nº 54 - CRUCIFY ME

 - Maquinária Rígida Ferrugenta -

“Paranoia, Solidão...”

Custom Circus 2011

Música: Crucify Me - Custom Circus
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Nº 78 - ECONTAINER

Sabias que o lixo é uma invenção social? Um reflexo da revolução industrial do Séc.XIX que imprimiu na mente do consumidor a noção de produto descartável que infelizmente evoluiu cada vez mais até aos nossos dias.

Antes do conceito “descartável” o lixo não existia e tudo era reutilizado sem nada se desperdiçar. Não havia embalagens mas sim recipientes, não havia restos mas sim compostagem, adubo e alimento para animais.

Tudo começou com a carica, a lâmina Gillette, o cartucho Cartridge, a lata de conserva, o fósforo e o cartão, agravando-se no Séc.XX com as beatas, os plásticos & sintéticos e principalmente com o esquema da obsolescência programada para “viciar” a sociedade de consumo.

A plataforma internacional de recolha e tratamento de resíduos, caixotes, veículos e lixeiras que perduram até hoje, foi criada por um presidente da câmara de Paris chamado Eugéne Poubelle (1831-1907).

Ainda não é tarde para reequilibrar a sociedade com a Natureza. Mas o futuro está na tua mentalidade! Saber é poder e agir é a chave: Reutilizar é melhor do que reciclar e perceber que devido à ânsia fútil de coisas novas estamos a aumentar um submundo de plástico tóxico que nos envenena!

Há muitas alternativas! Os plásticos biológicos é uma das mais urgentes! E se fores transversal às modas criadas pelas marcas e saberes redireccionar as tuas sobras, poderás reduzir imenso a tua pegada ecológica. Mas o mais importante é interiorizares que tu também és Natureza.